CONCERTOS DE PRIMAVERA

  • 8 maio, 2026
  • Americantiga Ensemble | Nova Era Vocal Ensemble
  • Igreja de São Martinho (Vila de Sintra)
section_title

A corte de D. João IV de volta a Lisboa

O concerto trará a Missa das Chagas de Christo, e o seu respectivo hino Tantum ergo, escrita por Sigismund Neukomm em Paris em 1823 e dedicada ao rei D. João IV, que já encontrava-se em Lisboa após 13 anos no Rio de Janeiro. Fará também a estreia do seu Ave verum corpus, uma obra composta no Rio de Janeiro em 1819. Neukomm esteve no Brasil entre 1816 e 1821, sendo o responsável pela difusão da música de Haydn e Mozart no Brasil.

A Missa das Chagas comprova a ligação de Neukomm à corte portuguesa mesmo depois do seu retorno à Europa. A versão original da obra é para vozes e órgão e pode ser encontrada em cópias a que tivemos acesso em Lisboa, Paris e Viena. Em 1842 o compositor cria uma orquestração para a mesma obra, que é executada em Lisboa e Viena.

Neste concerto, o Americantiga Ensemble, em parceria com o Nova Era Vocal Ensemble, traz mais uma série de obras inéditas e fulcrais para o entendimento do contexto musical luso-brasileiro desse período tão importante para a história cultural dos dois países irmãos.

Programa:

Sigismund Ritter von Neukomm (1778 - 1858)
Ave verum corpus, moteto a solo de soprano e órgão
Mariana Castello-Branco, soprano solo
Missa das Chagas de Cristo (1823)
Kyrie
Gloria
Credo
Sanctus
Agnus Dei
Tantum ergo da Missa das Chagas
section_title
  • Solistas: Mariana Castello-Branco, Arthur Filemon, Ricardo Moniz, Calebe Barros
  • AMERICANTIGA ENSEMBLE: Soprano – Mariana Castello-Branco, Alto – Arthur Filemon, Barítono – Calebe Barros, Órgão – Sérgio Silva, Violoncelo – Pedro Massarrão, Direção Musical – Ricardo Bernardes
  • NOVA ERA VOCAL ENSEMBLE: Markéta Chamovà, Ricardo Moniz, Gustavo Luz, Direção Musical – João Barros

Localização:

  • Date 8 maio, 2026
  • Venue Igreja de São Martinho (Vila de Sintra)

Detalhes

  • Data 8 maio 2026
  • Hora 21h30
  • Músicos Americantiga Ensemble | Nova Era Vocal Ensemble
  • Local Igreja de São Martinho (Vila de Sintra)

Biografias

AMERICANTIGA ENSEMBLE

Fundado em 1995 pelo maestro Ricardo Bernardes, o Ensemble Americantiga é especializado na interpretação do repertório português, brasileiro, hispano-americano e italiano, do século XVII ao início do século XIX. Guiado por um rigoroso enfoque filológico, o grupo utiliza instrumentos históricos e técnicas de execução historicamente informadas, com profundo respeito pela autenticidade e uma sensibilidade artística apurada.

A sua discografia inclui seis CDs e um DVD, inteiramente dedicados ao repertório setecentista português e brasileiro. Desde a sua criação, o ensemble tem-se apresentado em palcos de prestígio em Portugal, Brasil, Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Bolívia, França, Espanha, Itália e Croácia. Diversos concertos foram realizados em colaboração com instituições diplomáticas — em particular embaixadas e consulados do Brasil — e com o Consulado-Geral de Portugal em São Paulo, numa ação concertada de valorização e difusão de um património musical tão rico quanto pouco conhecido.

Em 2023, o Ensemble Americantiga protagonizou um concerto excecional por ocasião do bicentenário da Independência do Brasil, celebrando esta efeméride com a recriação moderna — em instrumentos de época — de obras raras do compositor e imperador Dom Pedro I do Brasil, a par do grandioso Te Deum de 1818 de Sigismund Neukomm, compositor austríaco ativo na corte do Rio de Janeiro. Este programa, de elevado valor simbólico e musical, devolveu vida a um repertório imperial há muito esquecido, testemunho da riqueza cultural do Brasil oitocentista.

No ano de 2025, em que celebrou o seu trigésimo aniversário, o Ensemble Americantiga teve a honra e a alegria de se apresentar em três granes concertos inseridos na Temporada Cruzada do Ano do Brasil em França — uma iniciativa dedicada à valorização dos intensos intercâmbios culturais entre as duas nações. Realizou também importantes concertos em Roma, assim como as habituais colaborações com a Fundação da Casa de Mateus na produção de ópera portuguesa do séc. XVIII, e com a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna.

Ricardo Bernardes

Maestro

Ricardo Bernardes é maestro e musicólogo, reconhecido internacionalmente pela sua actividade na interpretação historicamente informada. Desde cedo revelou paixão pela música antiga e, em particular, o desejo de divulgar o património musical luso-brasileiro, então pouco conhecido do grande público.

Com apenas 19 anos fundou o Americantiga Ensemble, agrupamento de que é maestro e director artístico desde 1995, dedicando-se à execução e gravação do repertório ibero-americano dos séculos XVII a XIX, com especial ênfase na música vocal. Desde então, dirigiu inúmeras apresentações no Brasil, na América do Sul e do Norte e na Europa.

Vive em Portugal desde 2010. A sua discografia inclui sete CDs e um DVD, reunindo obras fundamentais do repertório luso-brasileiro do século XVIII. Entre os projectos recentes destaca-se a gravação do Requiem de Mozart na sua versão histórica segundo os manuscritos da Sé de Évora.

Paralelamente ao intenso trabalho com o Americantiga Ensemble, é Director Artístico dos Encontros Internacionais de Música da Casa de Mateus e da Orquestra Barroca de Mateus.

Em Janeiro de 2026 dirigiu a Missa na Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, celebrada pelo Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin, nas comemorações dos 200 anos das Relações Diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé, à frente da Camerata Antiqua de Curitiba.

Na mesma ocasião, dirigiu ainda um concerto no Auditório da Universidade La Sapienza, integrado na 81.ª temporada da IUC - Istituizione Universitaria dei Concerti.

NOVA ERA VOCAL ENSEMBLE

O Nova Era é um Ensemble Vocal fundado em 2019 pelo maestro João Barros e é composto por 28 cantores.

Através de várias estreias absolutas de compositores portugueses e estrangeiros, o Nova Era tem vindo a dar um novo rumo à composição em Portugal, estimulando a criação de obras corais e proporcionado um espaço privilegiado para o diálogo entre compositores, maestro e coro.

Este ensemble pretende, paralelamente, dar a conhecer ao público as mais relevantes obras corais da história da música. Recentemente interpretou obras como “Cantique de Cantique”, de Daniel Lesur, “Missa para duplo coro”, de Frank Martin, “Messe en Sol majeur”, de Francis Poulenc, “Canticle of the Sun”, de Tõnu Kõrvits e motetes de Bach.

Em 2019 participou no Festival Coral de Verão, em Lisboa, e foi galardoado com a medalha de Ouro nas duas categorias em que participou. No mesmo ano arrecadou o 1º prémio “Choir of the choirs” na Vocal Art Choir Competition.

João Barros

João Barros

Maestro

João Barros

Maestro

Mestre em Direção Coral e licenciado em Formação Música e Direção Coral pela Escola Superior de Música de Lisboa. Iniciou a sua formação em piano no Conservatório D. Dinis com Elsa Cabral e, em 2012, frequentou o Curso de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional. Em 2013 frequentou, como estudante de Erasmus, o Kodály Intézet (Hungria).

Desde 2018 que é formador de professores nas oficinas “música na escola”, organizadas pela Fundação Calouste Gulbenkian. Como cantor, João Barros fez parte do Tenso Europe Chamber Choir, Ensemble Vocal Desafinados, Officium Ensemble e Meesters&Gezellen, com os quais se apresentou em concerto em 12 países diferentes.

A convite da companhia “World Masters in China” realizou masterclasses e workshops para mais de 4.000 professores de música e maestros chineses, tendo dirigido mais de 50 coros em Pequim, Shanghai, Hangzhou, Lanzhou, Tsingtao, Jinan e muitas outras cidades chinesas.
Em 2018, fundou o Nova Era Vocal Ensemble e assumiu a direção artística do Coro ISCTE e do Coro de Câmara Outros Cantos.

Em 2019, ganhou, com o Nova Era Vocal Ensemble, a medalha de ouro no Festival Coro de Verão 2019 e o prémio “choir of the choirs”, e respetivo primeiro prémio, no Festival Vocal Art Choir Competition. No mesmo ano, obteve a bolsa de mérito da Interkultur por “outstanding conducting achievements” e teve a oportunidade de trabalhar na Alemanha com André Van der Merwe e Romãns Vanags, bem como de dirigir o Rundfunk-Jugenchor Wernigerode. Em 2021 foi selecionado para a fase final da competição Fosco Corti International Competition, em Turin.
É o Diretor Artístico da Lisbon Choral Conducting Masterclass e atualmente estuda com Daniel Reuss e Kaspars Putnins.

Mariana Castello-Branco

Soprano

Mariana Castello-Branco, soprano, nasceu em Lisboa e iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos na escola de música de Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha. Em 2004 ingressou na EMCN, na classe de canto de Manuela de Sá, onde concluiu o curso complementar de canto com distinção. Durante a sua formação, participou em masterclasses com maestros e cantores de renome, e trabalhou regularmente com o pianista José Manuel Brandão.

Prosseguiu os estudos no Flanders Opera Studio, em Gent, Bélgica, colaborando com maestros, cantores e diretores internacionais, e atualmente colabora com o maestro Nicolas Achten e o seu grupo Scherzi Musicali. Entre os papéis operáticos que interpretou destacam-se Belinda em Dido e Aeneas, Pamina em Die Zauberflöte, Serpina em La serva padrona e Servilia em La Clemenza di Tito, apresentando-se em teatros e festivais de prestígio em Portugal e na Europa.

No Teatro Nacional de São Carlos estreou-se como solista no Requiem de Fauré em 2012. Mais recentemente, destacou-se como Rainha da Noite em Die Zauberflöte, interpretou Fili na cantata A Ninfa do Tejo, participou no Festival de Música Sacra de Madrid com o ensemble The New Baroque Times, e colaborou com a Orquestra Divino Sospiro em Il Natale di Giove no Palácio de Queluz.

Arthur Filemon

Alto

Contratenor, nasceu em São Paulo (Brasil) e iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, onde estudou canto com Filomena Amaro e Ana Paula Russo, de 2014 a 2017. Atualmente frequenta a Licenciatura em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação de Sílvia Mateus, e participou em diversas masterclasses com músicos nacionais e internacionais, incluindo Maria Cristina Kiehr, João Paulo Santos, Geert Berghs, Adam Wolf e Pierre Mak.

Foi vencedor do 1º Prémio na 10ª Edição do Concurso Nacional de Canto dos Conservatórios Nacionais Oficiais, em 2016, e apresentou-se em importantes eventos, como o Festival Internacional de Música de Guimarães (2018), interpretando o Canticle IV – The Journey of the Magi, de Benjamin Britten, e nos Dias da Música, cantando o Stabat Mater de Pergolesi e obras de Monteverdi, Orlando di Lasso e Cipriano de Rore.

Trabalha regularmente com o Ensemble Cappella dei Signori, dedicado à sonoridade da Capela Real Portuguesa dos séculos XVI a XVIII, e como cantor convidado colabora com grupos como Lisboa a Cappella, Os Músicos do Tejo, Ensemble Americantiga, Avres Serva e Ensemble MPMP.

 

Ricardo Moniz

Tenor

Ricardo Moniz é um tenor português formado pelo Conservatório de Lisboa e Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance (Londres).
Com formação internacional, incluindo o National Opera Studio e o Swiss Opera Studio, destaca-se como jovem talento promissor, participando em recitais da Associação Setúbal Voz e projetos de ópera.
Iniciou estudos em Lisboa, licenciou-se em Londres e frequenta mestrado especializado em ópera no Swiss Opera Studio.
Participou na AAMS Masterclass no Kennedy Center (EUA) e na academia do National Opera Studio em 2025.
Integrado na Temporada de Recitais da ASV (Setúbal Voz) e no projeto O Corpo e o Poder.

Em 2025, participou em projetos como “Agustinópolis” e produções de ópera, incluindo o papel de Mouhammad.

Calebe Barros

Calebe Barros

barítono

Calebe Barros

barítono

Calebe Barros (barítono), cantor e investigador, tem desenvolvido a sua actividade musical principalmente na execução e no estudo do repertório luso-brasileiro dos séculos XVIII e XIX e repertório francês dos séculos XVII e XVIII. Compositores como António Leal Moreira, Marcos Portugal, João Sousa Carvalho, João Domingos Bomtempo, José Maurício Nunes Garcia, entre outros, fazem parte do seu repertório. Iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, onde teve a oportunidade de trabalhar com José Manuel Araújo e António Wagner Diniz.

Participou em masterclasses com a soprano inglesa Susan Waters e com o maestro João Paulo Santos, nos Wiener Meisterkurse na classe de Rudolf Piernay e nos Encontros Intenacionais de Música de Mateus com Maria Cristina Khier. Mais tarde estudou em Paris com o tenor Guy Flechter.

Interpretou diversos papéis em óperas portuguesas e de repertório tradicional, como Purcell, Mozart, Gluck, entre outros. Tem colaborado frequentemente com o maestro e musicólogo Doutor Ricardo Bernardes interpretando repertório luso-brasileiro, italiano e francês. Fez parte ainda do coro do Teatro Nacional de São Carlos.

Sérgio Silva

Sérgio Silva

Órgão

Sérgio Silva

Órgão

Sérgio Silva é Mestre em Música, Ramo de Interpretação em Órgão, pela Universidade de Évora, sob a orientação de João Vaz. Para a sua formação contribuiu o contacto com diversos organistas de renome internacional.

Apresenta uma agenda artística intensa, executando tanto a solo como integrado em agrupamentos de prestígio nacionais, tendo atuado em diversos países europeus e em Macau. Participou em diversas gravações discográficas como solista e integrado em agrupamentos, destacando-se a gravação do primeiro volume de Flores de Música, de Manuel Rodrigues Coelho.

Paralelamente, tem-se dedicado ao estudo e transcrição de música antiga portuguesa, tendo colaborado em edições nacionais (Obras completas de Fr. Fernando de Almeida – IPL/CESEM) e internacionais (Flores de Música de Manuel Rodrigues Coelho – Ut Orpheus).

Foi consultor artístico no II Ciclo de Órgão de Sintra e é diretor artístico do Ciclo de Órgão da Igreja de Santo António de Lisboa. É professor de Órgão na Escola Artística do Instituto Gregoriano de Lisboa e é titular dos órgãos históricos da Basílica da Estrela e da Igreja de São Nicolau.

Pedro Massarrão

Pedro Massarrão

violoncelo

Pedro Massarrão

violoncelo

Pedro Massarrão começou a estudar violoncelo aos cinco anos de idade. Em 2016 completou os seus primeiros estudos, com Luís Sá Pessoa, na Escola de Música do Conservatório Nacional. Obteve o grau de licenciado, com Paulo Gaio Lima, na Escola Superior de Música de Lisboa, em junho de 2019. Conclui o mestrado, com Jeroen den Herder, na Codarts Hogeschool voor de Kunsten, em Roterdão, em junho de 2021. Em 2017 integrou o agrupamento laureado do Prémio Jovens Músicos. Foi bolseiro Gulbenkian.

Na área da interpretação histórica, é membro fundador do ensemble Altos do Bairro, diretor artístico do Concerto 1755 e colabora com grupos como Avres Serva, América Antiga ou Os Músicos do Tejo.

Apresentou-se em salas como a Casa da Música, o Centro Cultural de Belém, a Fundação Calouste Gulbenkian ou o De Doelen (Roterdão) e em diversos festivais como o Festival Internacional de Música da Costa do Estoril, o Festival Internacional de Música de Marvão, os “Dias da Música” (Lisboa), o Festival Internacional de Violoncelo de Zutphen (Países Baixos), o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim ou o Festival Arte nas Adegas.

 

OUTROS CONCERTOS

  • 10 ABRIL
  • QUEL FIOR ENSEMBLE

Melodias em Diálogo

  • Complexo Paroquial de S. Bento de Massamá
  • 11 ABRIL
  • SOLISTAS MELLEO HARMONIA

O Esplendor do Barroco Sacro

  • Igreja de Santa Maria (Agualva)
  • 17 ABRIL
  • D’AQUÉM MAR

Líricas do Barroco

  • Igreja de Nossa Senhora da Paz (Rio de Mouro)
  • 8 MAIO
  • AMERICANTIGA ENSEMBLE | NOVA ERA VOCAL ENSEMBLE

A Corte de D. João IV de Volta a Lisboa

  • Igreja de São Martinho (Vila de Sintra)
  • 9 MAIO
  • SOFIA DINIZ - VIOLA DA GAMBA SOLO

The Spirit of Gambo

  • Capela do Regimento de Artilharia Antiaérea No1 (Queluz)
  • 15 MAIO
  • TADEU FILIPE E DANIEL OLIVEIRA

Cravos em Duo

  • Igreja Matriz de S. João de Baptista (S. João das Lampas)
  • 16 MAIO
  • STYLUS PHANTASTICUS

Sonatas e Toccatas do Seicento

  • Igreja de São Pedro (Almargem do Bispo)
  • 22 MAIO
  • ABONA ENSEMBLE

Gesto e Ressonância

  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Misericórdia (Belas)
  • 23 MAIO
  • JOANA BAGULHO - CRAVO | MARIA BAYLEY - CANTO E HARPA

Poner Obras

  • Igreja de S. José (Vila Verde)
  • 29 MAIO
  • ITINERÁRIO ENSEMBLE

Ao Encontro de Itália

  • Igreja Paroquial de S. José (Algueirão)
  • 30 MAIO
  • ÁGNES SAROSI - VIOLINO BARROCO | FERNANDO MIGUEL JALÔTO - CRAVO

Entre Leipzig e Paris: Obras para Violino e Cravo Obligato do início do Século XVIII

  • Igreja Paroquial de S. Pedro (Pêro Pinheiro)
  • 13 MARÇO
  • DUO SENZA MISURA

Cores e Ornamentações: Música para Flauta e Harpa

  • Igreja Matriz de Montelavar
  • 20 MARÇO
  • POLYPHONIA - SCHOLA CANTORUM

Crux Fidelis: a Quaresma na Música Renascentista Portuguesa

  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção (Colares)
  • 21 MARÇO
  • COMPENDIUM ENSEMBLE

Metamorfoses dos Afetos

  • Junta de Freguesia de Casal de Cambra
  • 27 MARÇO
  • ORQUESTRA CÍRCULO DE MÚSICA DE CÂMARA | CORO LISBON SINGERS

Da Contemplação à Glória

  • Igreja Paroquial do Coração Imaculado de Maria (Cacém)