CONCERTOS DE PRIMAVERA

  • 10 abril, 2026
  • Quel Fior Ensemble
  • Complexo Paroquial de S. Bento de Massamá
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MELODIAS EM DIÁLOGO

O programa propõe um diálogo entre o Barroco italiano e germânico e a transição para o Classicismo, evidenciando a circulação europeia de estilos, formas e práticas interpretativas ao longo dos séculos XVIII e início do XIX. Através de árias, duetos e excertos sacros e operáticos, delineia-se um percurso que parte do esplendor veneziano e romano, atravessa a síntese cosmopolita londrina e alcança a profundidade luterana alemã, culminando na elegância clássica e na tradição luso-italiana representada já no final do Setecentos.

No centro deste itinerário encontram-se duas figuras maiores do Barroco: Antonio Vivaldi e George Frideric Handel. De Vivaldi escutam-se páginas sacras de intensa vitalidade rítmica e lirismo melódico — como Virgam virtutis tuae, Esurientes ou Domine Deus — bem como a célebre ária operática Sposa son disprezzata, exemplo da expressividade dramática do teatro musical veneziano. Händel, compositor verdadeiramente europeu, formado na tradição italiana e consagrado em Londres, surge com o jubiloso Tecum principium do Dixit Dominus, a intimista Ombra mai fu da ópera Serse e o delicado dueto derivado do Messiah, revelando a fusão entre teatralidade italiana, solenidade coral germânica e gosto britânico.

A vertente alemã atinge o seu ápice na escrita de Johann Sebastian Bach, cuja música alia rigor contrapontístico e profundidade espiritual. Em Ich will dir mein Herze schenken, da Paixão segundo São Mateus, e em Laudamus Te, da Missa em Si menor, a dimensão concertante do violino e o diálogo entre vozes e contínuo refletem a síntese barroca entre ciência composicional e retórica dos afetos. Estes momentos revelam como a linguagem italiana foi absorvida e transformada no universo luterano, elevando a música sacra a uma dimensão teológica e expressiva singular.

O percurso estende-se ainda à clareza formal e ao equilíbrio do Classicismo vienense, evocados por andamentos atribuídos a Joseph Haydn e Wolfgang Amadeus Mozart, onde a escrita para quarteto afirma novos ideais de simetria e diálogo instrumental. Por fim, o Quoniam da Missa Grande de Marcos Portugal testemunha a projeção internacional da escola luso-italiana, herdeira direta do bel canto e da tradição sacra napolitana. Assim, o programa constrói um arco histórico que evidencia a continuidade e transformação da linguagem musical europeia, do esplendor barroco à luminosidade clássica, num constante intercâmbio de estilos e sensibilidades.

Programa:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Divertimento de Ré Maior K.136
Allegro
Andante
Presto
Georg Friederich Händel (1685-1759)
Tecum principium (Dixit Dominus)
Ombra mai fu (Aria di Sersa)
Quel fior che all’alba ride (dueto a partir do Messiah)
Giacomo Puccini (1858–1924)
Crisantemi
Antonio Vivaldi (1678-1741)
Esurientes (dueto do Magnificat)
Domine Deus (Gloria)
Sposa son disprezzata (Bajazet)
J. S. Bach (1685–1750)
Ich will dir mein Herze schenken (S. Mateus)
Laudamus Te (Missa em Si menor)
Pedro António Avondano (1714-1782)
Sinfonia em Fá Maior
Allegro
Largo
Allegro
Marcos Portugal (1762–1830)
Quoniam (Missa Grande)
Antonio Vivaldi (1678-1741)
Virgam virtutis tuae (dueto do Dixit Dominus)

QUEL FIOR ENSEMBLE

  • Soprano - Ana Paula Russo
  • Soprano - Ariana Russo
  • Violino - David Ascenção
  • Violino - Ludovic Afonso
  • Viola D’Arco - Sandra Raposo
  • Violoncelo - Ângela Carneiro
  • Cravo - Flávia Castro

Localização:

  • Date 10 abril, 2026
  • Venue Complexo Paroquial de S. Bento de Massamá

Detalhes

  • Data 10 abril 2026
  • Hora 21h30
  • Músicos QUEL FIOR ENSEMBLE
  • Local Complexo Paroquial de S. Bento de Massamá

Biografias

Ana Paula Russo

Ana Paula Russo

Soprano

Ana Paula Russo

Soprano

Nascida em Beja, em 1959, completou o Curso Superior de Canto do Conservatório Nacional e licenciou-se em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa. Aperfeiçoou a sua formação em Salzburgo e Lucerna com Elisabeth Grümmer e H. Diez, tendo ainda trabalhado com Gino Becchi, C. Thiolass, Regine Resnick e Marimi del Pozo.

Como solista, desenvolveu uma intensa atividade em recital de Lied, ópera e oratória, em Portugal e no estrangeiro. Destacam-se colaborações com a Fundação Calouste Gulbenkian, RTP e RDP, a participação na Europália ’91, em Bruxelas, e em diversos projetos integrados em Lisboa ’94 — Capital Europeia da Cultura. Apresentou-se ainda em festivais de relevo, como os Festivais de Música dos Capuchos, Leiria, Estoril, Algarve, Póvoa de Varzim, Figueira da Foz e no Festival Internacional de Macau.

Em 1988, obteve o 1.º Prémio de Canto nos Concursos da Juventude Musical Portuguesa e Olga Violante, tendo sido finalista, no mesmo ano, do Concurso Francisco Viñas, em Barcelona. Em 1990, foi laureada nos Concursos Internacionais de Oviedo e Luísa Todi.

Em abril de 1998, integrou o elenco da estreia mundial da ópera Os Dias Levantados, de António Pinho Vargas. Foi igualmente escolhida para interpretar um dos papéis principais da ópera Corvo Branco, de Philip Glass, apresentada na Expo ’98, no Teatro Real de Madrid e, em julho de 2001, no New York State Theatre (Lincoln Center, Nova Iorque).

Colaborou como intérprete em diversos programas da Antena 2, entre os quais O Despertar dos Músicos, Acordar a Dois, Amanhecer e Noite de Ópera. Como autora, foi responsável pelos programas Cantabile e, atualmente, EmCanto.

Na vertente pedagógica, orientou a classe de Canto da Juventude Musical Portuguesa e da Escola de Música de Linda-a-Velha, tendo ainda dirigido, em 1994, um Curso de Canto na Escola de Música de Santarém. Exerce presentemente funções como professora de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa.

Ariana Russo

Ariana Russo

Soprano

Ariana Russo

Soprano

Iniciou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, tendo concluído o Curso de Canto do Conservatório Nacional e a licenciatura em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde frequentou também um período de estudos na Alemanha ao abrigo do programa ERASMUS. Em 2016, concluiu o Mestrado em Ensino da Música, especialidade de Canto, no Instituto Piaget — ISEIT de Almada. É igualmente licenciada em Química Tecnológica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Exerceu funções como docente de música em Atividades de Enriquecimento Curricular durante dois anos e, desde 2014, leciona Técnica Vocal na Academia de Música de Almada. Integra o Coro Gulbenkian desde 2008 e o Officium Ensemble desde 2014.
A sua experiência coral inclui colaborações em ópera e oratória com a Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Orquestra do Ginásio Ópera, bem como participações no Festival de Sintra e no Festival de Ópera de Óbidos, entre outros projetos com o Alma Ensemble e o Ensemble São Tomás de Aquino.
Em palco, integrou o elenco do musical Sweeney Todd, de Stephen Sondheim, no Teatro Aberto (2007), e da ópera Les Dialogues des Carmélites, de Francis Poulenc, sob a direção musical de João Paulo Santos, no Teatro Nacional de São Carlos (2016).
A sua formação artística inclui a participação em masterclasses e workshops de interpretação com João Paulo Santos, Armando Vidal, Claire Vangelisti, João Lourenço, Isabel Alcobia, Susan McCullogh (Academia de Verão de Abingdon, Inglaterra), Jill Feldman, Orlanda Isidro, Lúcia Mazzaria, Susan Waters e Tom Krause, tendo ainda participado ativamente na classe de Helene Schneiderman na Internationale Sommerakademie da Universität Mozarteum Salzburg, em 2015.
Como solista, interpretou obras como a Missa Brevis de Haydn, o Requiem de Mozart, o Sacred Concert de Duke Ellington, a Missa em sol de Carlos Seixas, Cantos de Natal de Fernando Lopes-Graça, a Oratória de Natal de Camille Saint-Saëns, a Cantata BWV 61 de Johann Sebastian Bach, O Achamento do Brasil e O Conquistador de Jorge Salgueiro, o Stabat Mater de Pergolesi, West Side Story de Leonard Bernstein, a Bachiana n.º 5 de Heitor Villa-Lobos, bem como recitais de música de câmara.
No domínio operático, estreou-se no papel da Second Woman em Dido and Aeneas, de Purcell, tendo posteriormente interpretado O Fogo em L’Enfant et les Sortilèges, de Ravel, o Prince em Cendrillon, de Massenet, Semele em L’Egisto, de Cavalli, a Primeira Mulher na ópera Ainda não vi-te as mãos (estreia mundial), de Ayres de Abreu, Fillide em Il sogno dello Zingano, de A. Miró, Lisetta em Il mondo della Luna, de Avondano, e Berta em O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini.

David Ascenção

violino

Iniciou o estudo de violino aos 8 anos de idade na Alemanha. Posteriormente, licenciou-se pela Escola Superior de Música de Lisboa na Classe de Violino do professor Aníbal Lima, e na de Música de Câmara da professora Irene Lima. Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, prosseguiu os seus estudos na Academia de Música e Teatro Lituana, onde obteve com distinção o diploma de mestrado em Performance Artística na classe dos Professores Martynas Svegzda von Bekker e Ingrida Armonaite.
Com o Quarteto Blanc obteve o 1.º Prémio no Prémio Jovens Músicos, na categoria Música de Câmara, gravando posteriormente um CD com obras de J. Braga Santos, A. Webern e D. Schostakovich com o apoio da Fundação GDA. Foi ainda laureado na categoria de Violino com um 2.º e 3.º Prémios.
Apresentou-se em concertos de música de câmara em diversos festivais nacionais como o Festival Semanas de Música do Estoril, o Festival Música de Leiria, o Festival Internacional de Música da Póvoa do Varzim, o Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu e o Festival Cantabile. Integrando diversas orquestras, apresentou-se em salas de concerto como o Musikverein em Viena, a Tonhalle em Zurique, a Filarmónica de Colónia, o Concertgebouw em Amesterdão, o Palau de la Música em Barcelona, a Filarmónica d Paris, o Auditório Nacional de Música em Madrid e o Ateneu Romeno em Bucareste, entre outras.
A solo apresentou-se com a Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa e com a Orquestra da Academia de Música e Teatro Lituana.
Colabora com diversos ensembles e orquestras, tais como a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Os Músicos do Tejo, a Sinfonieta de Lisboa, a Orquestra de Macau, o Lisbon Ensemble 20/21, o Ensemble Alorna, o Americantiga Ensemble e a Camerata Alma Mater, do qual é membro fundador.
Foi membro da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, entre 2012 e 2014, e da Nordwestdeutsche Philharmonie, entre 2014 e 2016. De 2018 a 2023 integrou o naipe dos primeiros violinos da Orquestra Gulbenkian.
Gravou vários CD com diversos agrupamentos para as editoras Pentatone, Naïve, Naxos, Trem Azul e Piano Classics, entre outros.
Atualmente leciona Violino e Música de Câmara na Escola Profissional da Metropolitana.

Ludovic Afonso

Ludovic Afonso

violino

Ludovic Afonso

violino

Iniciou os seus estudos musicais com 5 anos de idade no Conservatório Camille Saint-Saens em Paris. Em 1999 ingressa na Escola Profissional de Artes de Mirandela na classe de violino da Professor Anna Kratochvilová e posteriormente na Classe do Professor Roberto Valdés.

Concluiu o mestrado em Ensino na Universidade de Aveiro no ano de 2011. Durante o seu percurso, trabalhou com Professor, tais como: Gerardo Ribeiro, Mikhail Bezvernhy, Franck Preuss, Francesco Del Castillo, Anibal Lima, Zoltan Santá, Max Rabinovitj, entre outros. Em orquestra, colabora frequentemente com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Sinfónica de Thomar, Orquestra Juvenil de Viseu, Sinfonietta de Ponta Delgada, Ensemble MPMP, Orquestra Sinfónica de Leiria, Orquestra Municipal de Sintra D. Fernando II, Orquestra Alma Mater, entre outros.

É também solista do Ensemble DME, tendo atuado em salas como a Casa da Música, Palácio Foz, Universidade da Bahia, Universidade de Badajoz, entre outros. Participou na gravação do último CD do Compositor Mário Mary. Como solista deste Ensemble, trabalhou com compositores tais como: João Pedro Oliveira, Jaime Reis, Gerhard Stabler, Kunsu Shim, Mehmet Tuncer, e.o. e com os maestros Jean-Sebastien Bereau e Pedro Figueiredo.

Como pedagogo, lecionou na Academia de Música de Cantanhede, Banda Amizade de Aveiro, Conservatório de Música de Seia e Escola Profissional da Serra da Estrela.
É desde 2019 professor convidado nos estágios da Orquestra Nacional de Jovens na Figueira da Foz.

E desde 2022 docente das disciplinas de violino, Classe de Conjunto e Orquestra na Escola de Música do Colégio Moderno em Lisboa.

Sandra Raposo

Sandra Raposo

Viola D'arco

Sandra Raposo

Viola D'arco

Curso de aptidão profissional em viola de arco na Escola Profissional de Arte de Mirandela, sob a orientação do Professor António Cunha e Silva e posteriormente de Danuta Grossmanova.

Licenciatura em instrumentista de orquestra pela Academia Nacional Superior de Orquestra na classe do professor Pedro Muñoz.

Cursos de aperfeiçoamento orientados por Ryszard Woycicki, Ana Bela Chaves, Igor Solouga, Barbara Friednoff, entre outros.

Participação nos musicais “My Fair Lady” e “Regresso à Broadway”.
Integrou o projecto musical Quinteto Amália.

Colaboração regular com a Orquestra da Madeira, Orquestra de Cascais e Oeiras, Sinfonietta de Lisboa e Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Foi professora de viola de arco na Escola de Música Crescendo, no Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa.

Actualmente lecciona no Instituto de Música de Lisboa e na Escola de Música do Colégio Moderno.
Membro do TEMPUS – Quarteto de Cordas.

Ângela Carneiro

Ângela Carneiro

Violoncelo

Ângela Carneiro

Violoncelo

Ângela Carneiro inicia os seus estudos musicais na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE – na classe da Prof. Pétia Samardjieva. Mais tarde, ingressa na Academia Nacional Superior de Orquestra – ANSO – onde trabalhou com o Prof. Pedro Neves e com o Prof. Paulo Gaio Lima. É na Escola Superior de Música de Lisboa, com a orientação da Prof. Clélia Vital, que termina o Mestrado em Música.

Ao longo do seu percurso teve oportunidade de trabalhar com vários violoncelistas entre eles: Luís Claret, Daniel Muller Schott, Clélia Vital, Xavier Ganhepain, Romain Garioud, Miguel Rocha, Rainer Zepperling, Dmitri Fershtmann, Maria de Macedo, Gary Hoffman. Em 2008 integrou a escola de verão “Meadowmount School of Music”, no estado de Nova Iorque (E.U.A) onde trabalhou com Melissa Kraut e Hans Jensen.

Foi premiada no PJM (prémio Jovens Músicos) na modalidade de música de câmara (2001) e violoncelo (nível médio e nível superior, 2001 e 2004) e no “Torneo Internationale di Musica” (2005).

É membro do Ensemble 20/21, do Trio Garrett e da Camerata Concerto Moderno, colabora regularmente com a Orquestra de Câmara Portuguesa e com a Orquestra Gulbenkian. É convidada regularmente para orientar cursos de verão, Workshops e Master-Classes por todo o país.

É professora de violoncelo na Escola de Música do Colégio Moderno. Foi bolseira da AMEC de 2001 a 2003 e da Fundação Calouste Gulbenkian de 1998 a 2004.

Flávia Castro

Cravo

Flávia Almeida Castro diplomou-se em Cravo e Órgão na Escola Superior de Música de Lisboa com os professores Cremilde Rosado Fernandes e João Vaz. Completou a sua formação em cravo na Escola Superior de Artes de Utrecht, Holanda com Siebe Henstra. Teve oportunidade de trabalhar com Jacques Ogg, Ketil Haugsand, Ilton Wjuniski, Rui Paiva, Rinaldo Alessandrini, entre outros.

Trabalhou com a Capela Real, Divino Sospiro, Orquestra Barroca da Casa da Música, Orquestra Metropolitana, Orquestra de Caicais e Oeiras, etc. Trabalhou sob a direção de Gilles Apap, François Leleux, Wieland Kuijken, Pedro Neves, Enrico Onofri, entre outros. É membro fundador do Concerto Campestre com quem realiza concertos regularmente por todo o país e com quem gravou para a editora Naxos a Serenata L’Angelica de Sousa Carvalho.

Fez parte de várias gravações de música para crianças de autores como Rute Prates e Sofia Sequeira.

Atualmente, é professora de cravo e órgão na Academia de Música de Santa Cecília.

OUTROS CONCERTOS

  • 10 ABRIL
  • QUEL FIOR ENSEMBLE

Melodias em Diálogo

  • Complexo Paroquial de S. Bento de Massamá
  • 11 ABRIL
  • SOLISTAS MELLEO HARMONIA

O Esplendor do Barroco Sacro

  • Igreja de Santa Maria (Agualva)
  • 17 ABRIL
  • D’AQUÉM MAR

Líricas do Barroco

  • Igreja de Nossa Senhora da Paz (Rio de Mouro)
  • 8 MAIO
  • AMERICANTIGA ENSEMBLE | NOVA ERA VOCAL ENSEMBLE

A Corte de D. João IV de Volta a Lisboa

  • Igreja de São Martinho (Vila de Sintra)
  • 9 MAIO
  • SOFIA DINIZ - VIOLA DA GAMBA SOLO

The Spirit of Gambo

  • Capela do Regimento de Artilharia Antiaérea No1 (Queluz)
  • 15 MAIO
  • TADEU FILIPE E DANIEL OLIVEIRA

Cravos em Duo

  • Igreja Matriz de S. João de Baptista (S. João das Lampas)
  • 16 MAIO
  • STYLUS PHANTASTICUS

Sonatas e Toccatas do Seicento

  • Igreja de São Pedro (Almargem do Bispo)
  • 22 MAIO
  • ABONA ENSEMBLE

Gesto e Ressonância

  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Misericórdia (Belas)
  • 23 MAIO
  • JOANA BAGULHO - CRAVO | MARIA BAYLEY - CANTO E HARPA

Poner Obras

  • Igreja de S. José (Vila Verde)
  • 29 MAIO
  • ITINERÁRIO ENSEMBLE

Ao Encontro de Itália

  • Igreja Paroquial de S. José (Algueirão)
  • 30 MAIO
  • ÁGNES SAROSI - VIOLINO BARROCO | FERNANDO MIGUEL JALÔTO - CRAVO

Entre Leipzig e Paris: Obras para Violino e Cravo Obligato do início do Século XVIII

  • Igreja Paroquial de S. Pedro (Pêro Pinheiro)
  • 13 MARÇO
  • DUO SENZA MISURA

Cores e Ornamentações: Música para Flauta e Harpa

  • Igreja Matriz de Montelavar
  • 20 MARÇO
  • POLYPHONIA - SCHOLA CANTORUM

Crux Fidelis: a Quaresma na Música Renascentista Portuguesa

  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção (Colares)
  • 21 MARÇO
  • COMPENDIUM ENSEMBLE

Metamorfoses dos Afetos

  • Junta de Freguesia de Casal de Cambra
  • 27 MARÇO
  • ORQUESTRA CÍRCULO DE MÚSICA DE CÂMARA | CORO LISBON SINGERS

Da Contemplação à Glória

  • Igreja Paroquial do Coração Imaculado de Maria (Cacém)